
Afinal, como são feitos os vinhos
fortificados?
Na produção habitual do vinho, as
uvas são esmagadas e inicia-se assim a fermentação, ou seja, a transformação do
açúcar em álcool. Nos vinhos fortificados, em geral, o processo de fermentação
é interrompido com a adição de aguardente ou outra bebida destilada. Conforme o
momento de interrupção, o mosto estará mais ou menos doce. Geralmente, estes vinhos
apresentam uma percentagem de álcool de 19 a 22% e alguma doçura devido à
suspensão da fermentação das uvas, tornando-se assim uma bebida intensa.
Como nasceram?
Inicialmente, a introdução de
bebidas destiladas na fermentação tinha como objetivo a melhor preservação do
vinho. Elas permitiam que o vinho permanecesse em excelentes condições por
décadas daí o sucesso da conservação dos vinhos fortificados. A técnica era
assim crucial para o transporte de longo curso de vinhos. Hoje em dia, esta técnica
serve apenas para a produção de notáveis vinhos para degustação.
Quando se deve degustar esta bebida?
Os vinhos fortificados não são os
ideais para acompanhar refeições. Eles brilham como aperitivos, digestivos e
para acompanhamento de sobremesas. Há também a combinação perfeita com os
queijos!
O meu vinho fortificado preferido é
sem dúvida o vinho do Porto. E o seu?
Sem comentários:
Enviar um comentário